O projeto nasce de um questionamento, de uma necessidade de saber, que pode surgir tanto do aluno quanto do professor. A chave do sucesso de um projeto está em sua base: a curiosidade, a necessidade de saber, de compreender a realidade
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
quinta-feira, 16 de junho de 2016
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Danças e música
Justificativa
A música e a dança é uma linguagem
muito abrangente e capaz de englobar elementos, essenciais para o adequado
desenvolvimento do indivíduo. O que se pretende é apontar a necessidade de
educação musical que se apresenta integrada à educação formal e atua junto com
a formação global da criança.
A oportunidade do contato
com a música e a dança também pode constituir, para a criança, um
equilíbrio necessário para o seu intelecto e também para suas emoções, neste
sentido ela equilibra o metabolismo, interfere na receptividade sensorial e
minimiza os efeitos de fadiga ou leva a excitação do aluno.
E por esse motivo que o
conhecimento e o vivenciar da música e a dança por parte dos alunos
deveria estar presente nas escolas. Porém,
o principal de se trabalhar com projetos é o “fazer/produzir”, que possibilita
a criatividade dos envolvidos e motiva para uma aprendizagem de qualidade,
voltada para o desenvolvimento integral dos sujeitos, inseridos na sociedade.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Projeto de leitura
Poesia
Poesia
O
desenvolvimento de atividades de leitura com o uso de diferentes gêneros
textuais poderá enriquecer este processo de construção de conhecimentos. A
poesia (gênero literário) é a expressão de nossos sentimentos, valores e visão
de mundo, porém, ela se materializa no poema. A fantasia, a sensibilidade e o
predomínio da linguagem afetiva caracteriza o campo da poesia e da infância e,
por isso, a experiência que a criança deve ter na escola em relação à poesia é
aquela em que o seu valor artístico seja trabalhado de forma lúdica e
prazerosa, na qual a música, os jogos e as brincadeiras façam parte desse
universo, como argumenta Cunha (1994):
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